Certa vez pensei eu, ao ver tantas noticias e reportagens com suicidios, latrocínio, fratricídio, trafico e etc, q seria bom se as pessoas fossem boas umas com as outras, apenas para variar.
pensei (utopicamente) q se eu fosse bom com os demais eles seriam bons comigo tbm, seria uma ajuda mutua, e reciproca. Fui ingenuo, tolo, e egoista.
Ingenuo, assim como j.j Rousseau, pensei q o homem era bom, todavia a sociedade o corrompe. balburdia, o homem é o animal mais corrompido q ha, é uma praga entre seu meio, é o ser mais viu cruel e malvado q ha, mas terrivel q a "terrivel besta voral de traal". ele ( o homem) é burrocratico, estupido e sado-masoquista. Adora ver uma destruiçaozinha causada por ele mesmo, apenas para criar mais documentose e leis, mais q estupidas, para nao funcionarem e as tragedias continuarem a acontecer. e isso é oq uma amiga minha diria ser: " humano, demasiado humano", concordando com um certo filosofo alemao., e eu nao via isso, pobre garoto ingenuo, acreditava poder fazer o homem ser bom, e filantropo.
Tolo, e em demasia. pois alem de nao ver isso tudo q retrato acima, eu acreditava piamente, q poderia ser bom com demais e criar uma "corrente do bem", isso por si soh ja é tolo, parece o bispo macedo, mas sem o R$ q ele ganha com isso. e tentei assim iniciar a corrente do bem, estupido, apenas pedradas levei, pois "zoopolitikon" (animal politico em grego, como chamava, aristoteles, o homem) é vil, e cruel, e escuta funk, e se apodera de tudo oq lhe oferecem e nao retribuem, nada; simplesmente nada tive de retorno, nao foi uma corrente, pois os humanos, assim como os virus, apenas consomem, nao doem e nem constroem, apenas destroem.
e Egoista, totalmente, como se pode ver nas escritas acima, queria eu ser o novo messias, para poder ser o rei do novo mundo, exercer meu desejo de potencia, e nao via isso, ou talvez, nao quisesse ver, mas hj vejo, como eu era estupido. e tambem egoista por querrer a "corrente do bem", pois assim eu queria a retribuiçao, apenas, nao fazia o bem apenas por faze-lo, pois eu fazia para ser retribuido, nao era eu um filantropo, e sim, como diria a minha a amiga: "humano demasiado humano". ela pode estar certa, ou nao. eu estava pensando em mim e apenas em mim, e nao nos demais da sociedade, pois, eu queria ser o rei, o elo primeiro da corrente para onde todos deveriam revenciar. estupido ao extermo. e queria é saborear do fruto disso tudo, pois queria q as pessoas me tratassem bem, nao queria fazer o bem para os outros apenas, ams na verdade queria fazer para mim mesmo.
e isso tavez seja humano demasiado humanos, ou talvez, nao seja nada, simplesmente nada demais. pois certa vez em um filme historico escutei a seguinte frase: " um dia vc vai se arrempender de nao ter feito um pouco de mal, em prol de um bem maior".
e a ocasiao q isso foi dito era interressante, pois era no principio de uma guerra.
mas esse texto fica para a proxima.
sera q nada; simplesmente nada, vale a pena?
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3 comentários:
O caminho do bem é fazer o bem e não esperar nada em troca.
Gostei do texto!
:)
é isso q eu quis dizer com o texto, fazer o bem e nao importa a quem.
é essa a ideia budista de bem. abraço Don
uma vez robson...sempre robson...sempre profundo om suas palavras! uahuahauau
muito massa o texto...faz a gente pensar!
bjão
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