sábado, 17 de outubro de 2009

vida barata

"então erguemos muros q nos proteguem, e nos garantem q morremos numa vida vazia"
"e vivemos um dia super, uma noite super, uma vida superficial."

"construímos tantas paredes, muros e grades, e nenhuma ponte."

"somos os unicos animais q destruimos nosso habitat, e fazemos outros da mesma especie passarem fome para q nós possamos fazer regime. Fazemos guerra de torta para entrar no livro dos recordes, e nao damos um prato de arroz para um somaliano, alias quem sao eles mesmo?"

"criamos varios deuses, com medo da unica certeza q temos, a morte, até decidirmos q é uma boa hora de matarmos uns aos outros, em prol do amor de deus, e de minha ida ao paraíso para lamber a bunda de deus, enquantos os outros humanos (meus irmaos) queimam no marmore de satanas".

"o amor esta no ar, até acabar seu R$"
-e chamam isso de vida.

"o que importa é q em fevereiro tem carnaval."

"politico é tudo corrupto mas eu furo a fila do banco e me acho o tal"
(mas soh o politico ta errado)

"Odeio os nazistas eles matavam pessoas em camaras de gas, isso é cruel. Mas em casa eu uso raid contra baratas". (é q baratas pode, humanos nao pode! - achei q fosse vida em ambos os lados, mas segundo os humanos, as baratas nao merecem vida, a criaçao se enganou ao cria-las, e o fato delas serem um dos seres vivos mais antigos do mundo nao quer dizer nada, assim como as aranhas, ratos, cobras, e tudo oq os humanos decidirem q nao vale respeito)

"politico é td corrupo², mas se ele me oferecer R$ eu aceito, e voto em outro". - parabens, vc é etico pra caralho. (fdp)

"certa vez pensave eu q os humanos tbm eram animais tal como todos os outros, porem, nenhum outro animal manda seus filhos para a prostituiçao infantil."

chega, ja to ficando com o estomago embrulhado e creio q vcs tbm. assim espero.


pesquisa

As questões como o acaso e o destino sempre me intrigam. Deixam-me curioso, há um facínio de tentar descobrir o que há por trás dessas cortinas tempo-espaciais?
Queria poder descobrir, e assim então começou minha jornada.
Lendo sobre a Grécia Antiga, sobre os grandes Egípcios, os povos indianos, os chineses, os africanos, os meso-americanos, os índios brasileiros, os grandes pensadores alemães, os franceses, os cristãos, os dinamarqueses, os ingleses, os árabes, os americanos, os italianos, os russos, nazistas, marxistas, ecologistas, vegetarianos, apolineos e dionisiacos, budista, dadaistas, e mais um monte de fontes q nao cabem nesse post.
Eu, em verdade vos digo-lhes meus irmãos, não achei nada em nenhum desses lugares, em nenhum desses livros, mas ao menos não trabalho para judeus.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

o acaso.

O que podemos definir como acaso?
Seria o que acontece sem uma ordem correta, sem que tivesse sido planejado. Sem explicação óbvia. Porém, será que o acaso, é exatamente ao acaso?
Será que o acaso não possui uma ordem da qual não conhecemos?
Não será nesse texto, nada científico que vocês encontraram a resposta, mas apenas uma divagação sobre alguém que não tem nada à fazer numa sexta-feira a noite.
Certo dia estava assistindo um filme recomendado por uma amiga, o filme é "O curioso caso de Benjamim Button", com Brad Pitt, (recomendo que assistam vale a pena), em certo trecho do filme, uma dançarina de ballet estava saindo do teatro que ensaiava, e numa pequena distração foi atropelada por um táxi. No filme, o diretor e o escritor, fazem uma jogada de texto e cenas maravilhosamente espetacular. No filme retrata sobre a saída taxista de seu ponto, o telefonema que a moça dentro do táxi atendeu, o caminhão que atrapalhou o trânsito e fez o táxi parar, e demais pequenos acontecimentos, até o táxi atingir a bailarina, e quebrar sua perna direita cinco vezes. Essa jogada de cenas fez-me pensar novamente sobre o acaso. Pois se qualquer coisa que ocorreu na trajetória do táxi, e da bailarina, não tivesse sido como foi, ela não teria sido atropelada, e não teria parado de dançar. Seria o acidente ao acaso, ou ele tinha um motivo para acontecer? Peço que o leitor desse texto associe a cena do acidente fictício do filme citado, a qualquer situação de sua vida ou da vida de alguém próximo. Será que, o que ocorre conosco é ao acaso, ou fazemos parte de um plano maior, não estou falando de Deus, como como sabem, ou espero que saibam sou ateu, mas acredito que haja uma ordem nos acontecimentos, se é Deus eu não sei, há tantos deuses na história da humanidade, fica difícil saber qual deles pode ser que esteja manipulando esses acontecimentos. Mas metafisicamente falando, pode ser que nós mesmos, inconscientemente, temos os nossos planos, baseados no que a Vontade* nos designa (*Vontade, sobre a ótica de Schopenhauer) como que cada atitude nossa, nós já sabíamos que iríamos executá-la, mas a Vontade joga o véu de Maya sobre nós, e por esse motivo temos a palavra acaso em nosso léxico. Para não explicar o que sabemos, melhor dizendo, para nos desviar da verdade, do centro das atitudes, e do movimento da vida, pois preferimos viver aqui sobre o domínio do arquiteto do que tentar procurá-lo, pois isso não nos daria os prazeres banais que essa vivinha barata que levamos nos dá. Não teríamos nos certezas falhas para acreditar. e Isso traria a dor, e o sofrimento em demasia, e pergunto-lhes:" Alguém ai quer pagar esse preço para conhecer a Verdade, e descobrir se o acaso é isso ou não? "